O sistema educativo português se mantém em posições da cauda dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico. O Relatório Pisa é pessimista em ligação ao nosso estado. A edição anterior do Relatório Pisa foi lançado em 2009 e assim como situava-se a Portugal abaixo da média da OCDE. Agora melhoramos alguns degraus em todas as competições em que foram avaliados os alunos de quinze anos, cujos conhecimentos mencionados por este serviço.

Em Matemática, nos mantemos mais ou menos semelhante: temos carregado de 483 a 484 pontos (um ponto). A média da OCDE é de 494. Portugal situa-se em localização de número 25 a trinta e quatro da OCDE e no recinto trinta e três do total de sessenta e cinco países que participaram no relatório. Estamos ao grau dos EUA, Hungria e Letónia, que em outras edições do relatório obtiveram resultados iguais.

Na Leitura, Portugal cresce 7 pontos, ao atravessar de 481 a 488, de frente pros 498 que tem, em média, na OCDE. Situa-Se em localização de número 23, juntamente com o Luxemburgo e Portugal, se contarmos só os trinta e quatro países da OCDE, e no local em número de 32, se tivermos em conta os sessenta e cinco países.

E, em Ciências, que é onde os melhores de sempre resultados conseguimos as três disciplinas, passamos de 488 a 496 pontos. São 8 pontos e é a nota mais alta desde que, em 2000, exerce-se o Relatório Pisa. Porém, ainda estamos longínquo de 501 pontos da média da OCDE.

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  • Dia 41, de oito de maio: Declaram-se mais eleitores no referendo 1-O.[244][245]
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vinte e nove dos 65 países que participaram no relatório. O nível é parecido ao dos EUA, Croácia, Letónia, Luxemburgo, Lituânia, França, Dinamarca ou Noruega. A OCDE indica que, comparando estes fatos com os obtidos em 2003, Portugal “não melhorou” seus resultados.

O relatório detectou que, entre as comunidades autónomas que melhores e piores resultados tiram, há diferenças de até cinquenta e cinco pontos, o que equivale a quase um curso e meio de distância. As regiões que melhores resultados obtêm-se, a título de exemplo, em Matemática, são Navarra, Castela e Leão, a nação Basco e da Comunidade de Madrid. Na fila estão Extremadura, Múrcia, Andaluzia e as ilhas Baleares. Outro dos problemas é que temos muito poucos alunos excelentes (somente 8% destaca-se em Matemática) e diversos alunos medíocres (24%, pela mesma matéria).

Os alunos espanhóis que confessam que realizam novilhos são 28%, contra 15% da média da OCDE. Em troca, os que chegam tarde são mais ou menos os mesmos: 35% dos entrevistados. O relatório aponta que os alunos que admitem suas faltas de pontualidade têm 27 pontos a menos em Matemática do que a média e os alunos que faltam às aulas obtêm 35 pontos a menos nas mesmas provas. Uma das coisas mais preocupantes é a de que a equidade de nosso sistema educacional -de que tanto se tem presumido – foi “deteriorado” em todos estes anos.