Logo da história de Portugal, e mais concretamente a Guerra Civil, chamaram sua atenção e ele sabia que tinha que assimilar o português pra se aproximar mais das suas gentes. Junta de Extremadura, que tem valorizado o prestígio de Preston e sublinhou que o que os tradutores fizeram sempre é contar a história do nação.

Preston é autor de diversas obras a respeito da História Contemporânea de Portugal e membro da Academia Europeia de Yuste. Doutor em História pela Universidade de Oxford e professor de História Contemporânea espanhola e diretor do Centro Canada Blanch para o Estudo de Espanha Contemporânea na London School of Economics (Universidade de Londres). Também foi professor de História pela Universidade de Reading e no Centro de Estudos Mediterrânicos do Queen Mary College (Universidade de Londres). Após Raymond Carr e Hugh Thomas, é um dos principais tradutores britânicos que têm dedicado o seu empenho ao estudo da história recente espanhola, essencialmente a da Segunda República e da Guerra Civil espanhola.

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Mas, entre os sublevados, somente lhe eram superiores em hierarquia Cabanellas, Queipo de Llano e Saliquet. Sanjurjo havia morrido no dia vinte de julho, ao tentar decolar em Lisboa, o avião pilotado por Ansaldo. Goded e Fanjul haviam sido detidos e depois fuzilados ao fracassar a rebelião em Barcelona e Madrid.

Cabanellas conspirara contra a Ditadura, era maçom e republicano—, tinha sido deputado pelo Partido Radical— e muito liberal. Saliquet era muito maior e carecia de relevância política. Mola tinha uma graduação inferior —general-de-brigada—, estava marcado por fracassos iniciais e tinha piores contatos internacionais que Franco.

O mesmo Mola parecia ser consciente disso. Defende a idéia de que era primordial um comando único, e não existe cada dado que sugira que ambicionar ocupar o posto. Frente a cada um dos outros, Franco contava com vantagem. Era o que tinha menos adversários, o felino mais quieto, o que ganhou maiores vitórias militares no que se levava de combate e o menos identificado com uma definida circunstância política anterior. Além disso, tinha ante seu comando as tropas que estavam perto de tomar a capital e contava com o apoio das potências amigas, Itália e Alemanha. Contava com o suporte dos monárquicos, que o consideravam um dos seus e, a partir de Yagüe, com o apoio da Falange.

Legionários e regulares admiravam o seu valor e os seus dotes de comando, e os adolescentes oficiais que tinham sido dos seus alunos na Academia Militar de Saragoça lhe idolatraban. Por último, havia assegurado a retaguarda nacionalista no Protetorado pactuando com as autoridades marroquinas, que lhe proporcionavam uma apoio logística e duros mercenários. Mas por cima destas opiniões, parece que foram a sua calma e superioridade profissional que lhe ajudaram a obter o controle. De fato, mesmo os seus oponentes lhe haviam apontado como o cabeça da rebelião.