Embora o diretor poderia ter conduzido com facilidade a história de Sam Bell (Sam Rockwell) pra territórios orwellianos, prefere detalhar a competição cada vez mais traumática do homem pra captar e desafiar as situações. As tentativas de teu(s) personagem(s) de conciliar verdades psicológicas e empíricas contrapostas esbanja resignação, empatia, calma. É fascinante, sendo assim, a densidade de ideias que Jones sopra a uma história fraca e um só espaço fechado.

Dentro dos limites do íntimo, Moon é capaz de desconsiderar parte das convenções de que nos dias de hoje se define como ciência-ficção. O vídeo leva o objeto científico da ciência-ficção a sério e se mostra definida a sua visão do futuro seja crível.

Qual é essa visão? Mais particularmente, Moon sonhe que a inteligência artificial personificará o mais querido de o que implica ser humano, mas provavelmente será utilizada a serviço de uma desalmada corporação. Após tudo, até já as visões mais utópicas do futuro dependem da maquinaria financeira pra tornar-se realidade, e, por ventura, serão adjudicadas ao melhor oferta pra tua análise apesar de que à custa de vidas humanas. Assim, o cinismo de Moon coloca o questão na cultura capitalista, entretanto esta crítica está harmoniosamente integrada pela meditação sobre isso o entendimento de si mesmo, e a tragédia de atingi-lo só no momento em que (quase) é demasiado tarde.

será que É por causa de a ocupação dá-me uma impressão de estar vivo? Mas se eu não estou ocupado, digo, que me encontro perdido. É essa a razão pela qual estamos ocupados desde a manhã até a noite? Ou será que se trata de um vício, que se agrava? Esta ocupação está destruindo o cérebro e convertendo-o em algo mecânico. Agora, você vê uma pessoa que está de fato ocupado? E ao vê-lo, o “não quero estar ocupado, porque não é benéfico pro cérebro”? Você poderá simplesmente ver o que está ocupado? Veja o que ocorre, em vista disso. Quando há ocupação, não resta espaço na mente. Sou a acumulação de todas as experiências da humanidade.

Eu sou a história de toda a humanidade, se eu entendo ler o meu próprio livro. Estamos muito condicionados com esta idéia de que todos somos indivíduos separados, de que todos nós possuímos cérebros separados e de que estes cérebros com sua atividade egocêntrica irão renascer uma e de novo. Questiono completamente o conceito de que sou um cidadão, de que sou o coletivo. Eu sou a humanidade, não o coletivo.

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Achyut Patwardhan: Qual é a natureza de uma existência religiosa? PJ: Está referente com a sabedoria que é total? Quando não existia tal pletora de conhecimentos, como É que o alargamento das fronteiras do conhecimento, ou o conhecimento, mesmo o que tem feito o defeito mais complicado?

Ou bem, é que o defeito essencial do homem é a tua incapacidade de enxergar em um significado total? Será que a própria natureza do observar é fragmentada, bem que tenha um vasto conhecimento, ou entendimento restrito? GN: É também o ponto de visibilidade moderno de que, com o conhecimento estamos melhorando nossas condições de existência, o conforto e a igualdade, o que, pra alguns, teve muito que visualizar com o bem-estar e o conhecimento. Esta seria a elevação do homem, graças ao conhecimento e a especialização.

PJ: Mas a afirmação de Achyutji sugere que a know-how humana pra perceber a totalidade era superior no momento em que o conhecimento não era tão complexo, tão complicado. 1 Brahman: O Princípio Absoluto. Essência de que tudo se mandado deriva e ao que tudo volta.

AP: A mim me parece que existe a presunção de que, se pudéssemos saber mais, nos acercaríamos ao coração da totalidade. Essa hipótese mesma, é totalmente ilusória, uma vez que quanto superior o conhecimento, mais nos afastamos do centro. PJ: Mas quando você diz ilusório, o David Shainberg: eu acredito que é uma alegação totalmente errada. Penso que ninguém se aconteceu jamais acreditar que a tecnologia ou o conhecimento possam possibilitar uma maior satisfação.

Tudo está dentro do funcionamento do conhecimento: mais discernimento, mais tecnologia, conduz a respostas imediatas, a ganância e a curiosidade. A curiosidade é uma forma de cobiça. O discernimento está cobiça para termos pretensão a respeito continuamente: um quer saber mais e mais. Com a tecnologia acontece o mesmo.