Esses dias, há que fazer previsões, apesar de que valem o que valem, especialmente, se voltarmos a espiar pra trás e recordamos as que se fizeram no passado. Quem foi qualificado de antecipar faz doze meses que Pedro Sánchez ia tomar as uvas na Cidade, ou, melhor, na fazenda Da Mareta de Lanzarote, Falcon utilizando?

Mas as previsões são necessárias pelo motivo de as decisões financeiras são tomadas em atividade do que confiar que vai acontecer no universo, a médio e enorme período. O que sim podemos fazer para tentar antever o que o futuro nos reserva é explorar o passado recente. E esse nos diz que as condições econômicas, em Portugal, na Europa e no mundo, vêm se deteriorando desde há alguns trimestres, e essa deterioração se foi acelerando nos últimos meses.

No caso português, as incertezas externas, há que inserir que esta desaceleração do desenvolvimento nos chega com um Governo em franca minoria parlamentar e o começo de um momento eleitoral. Ou melhor, o pior contexto para tomar as decisões mais adequadas.

turquia (feriado), Banco de Portugal – e de fora -BCE, Comissão Europeia, FMI – sobre a inevitabilidade de um giro de leme. Todos os agentes económicos, desde os organismos internacionais até os bancos de investimento, advertidos das conseqüências desta mudança de caso se medidas não forem tomadas a tempo.

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Henry Kamen arrisca uma estimativa, obtida a partir da documentação dos autos de fé, de 2000 pessoas executadas. Em trinta e um de março de 1492, só 3 meses depois da conquista do reino nazarí de Granada, pelos Reis Católicos estabeleceram o Decreto de Alhambra, sobre a expulsão dos judeus de todos os seus reinos. Uma delegação de judeus, liderados por Isaac Abravanel, ofertou uma alta contrapartida financeira dos Reis, em troca da revogação do édito. O número de judeus que saíram de Portugal não se sabe, nem sequer mesmo com a aproximação. Os judeus espanhóis emigraram, principalmente para Portugal (de onde voltariam a ser expulsos em 1497) e Marrocos.

Mais tarde, os sefarditas, descendentes dos judeus de Espanha, desenvolverão florescentes comunidades em várias cidades da Europa, como Amesterdão, e o Norte de África, e, sobretudo, no Império otomano. Os que ficaram engrosaron o grupo de conversos que eram o centro predileto da Inquisição.